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Israelenses fazem oração após cessar-fogo; veja vídeo – 10/10/2025 – Mundo

Israelenses se reuniram nesta sexta-feira (10) na chamada praça dos reféns, em Tel Aviv, para uma oração matinal durante o feriado judaico de Sucot. O evento ocorreu após o governo israelense ratificar um cessar-fogo com o grupo terrorista Hamas, que inclui a liberação dos sequestrados pelo grupo terrorista que ainda estão na Faixa de Gaza.

Homens e mulheres se sentaram separadamente, conforme é costume no judaísmo ortodoxo.

A praça, localizada em frente ao Museu de Arte, tornou-se um símbolo do movimento que pede o retorno dos reféns após os familiares começaram a se reunir ali, devido à proximidade com o quartel-general das Forças Armadas.

O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira que o cessar-fogo em Gaza entrou em vigor ao meio-dia do horário local (6h em Brasília), um dia após o governo ter aprovado o acordo assinado com o Hamas.

O recuo das tropas israelenses abre a contagem do prazo para a libertação dos reféns israelenses em até 72 horas, em troca da libertação de centenas de prisioneiros palestinos detidos em Israel.

O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta sexta-feira que as forças israelenses permanecerão em Gaza para exercer pressão sobre o Hamas até que o grupo se desarme.

O premiê também declarou que todos os reféns retornarão nos próximos dias, além de indicar que 20 sequestrados continuam vivos em Gaza e os outros 28 morreram.

Após o anúncio do início do cessar-fogo, milhares de palestinos deslocados pelo conflito começaram a caminhar em direção às suas casas. Uma fila enorme de pessoas avançava rumo à Cidade de Gaza, a capital e maior área urbana do território, que vinha sendo bombardeada por Tel Aviv.

A primeira fase do plano do presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra ainda prevê que as forças israelenses se retirem de algumas das principais áreas urbanas de Gaza, embora ainda controlem cerca de metade do território.

Uma vez implementado o acordo, caminhões carregados de alimentos e ajuda médica entrarão em Gaza para ajudar civis. O plano, se totalmente implementado, aproximaria os dois lados mais do que qualquer esforço anterior para encerrar a guerra.

Ainda há, porém, muitos riscos. Etapas adicionais do plano de Trump ainda precisam ser acordadas, incluindo como a devastada Faixa de Gaza será administrada e o destino final do Hamas, que até agora rejeitou as exigências de Israel de desarmamento do grupo.

O Ministério do Interior palestino, administrado pelo Hamas, disse nesta sexta-feira que implantaria forças de segurança nas áreas de onde o Exército israelense se retirou. Não estava imediatamente claro se os combatentes retornariam às ruas em número significativo, como fizeram durante cessar-fogos anteriores, ação que certamente seria vista por Israel como uma provocação.

Trump disse que viajará à região no fim de semana, possivelmente para participar de uma cerimônia de assinatura do plano no Egito.

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